quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Farinha de trigo tem que ser "Tia Anastácia"


"Tia Anastácia está revoltada
Tia Anastácia está revoltada
Tia Anastácia está revoltada

Hoje eu estive com Tia Anastácia
Ela me disse que está muito revoltada
Porque o Sítio do Pica pau Amarelo está tirando ela como otária
Ela faz os bolinhos e Dona Benta recebe a medalha
Tia Anastácia está revoltada
Tia Anastácia está revoltada
Tia Anastácia está revoltada

Farinha de trigo tem que ser
Tia Anastácia
"


A luta pela iagualdade "racial" está presente em nossos dias. Eu nem sei o porque desse "racial", se só existe uma unica raça, que é a HUMANA! Não há raças branca, negra, amarela, vermelha... etc e tal.
Esse poema "A revolta da tia Anastácia" do poeta Giovane mostra que a suposta inferioridade da tia Anastácia, a qual não deixou ela levar a fama no nome da farinha de trigo, está relacionada a cor da pele.
A cor da pele não significa absolutamente nada para se aquilatar a real capacidade das pessoas.
Precisamos de Igualdade total de oportunidades e possibilidades de desenvolvimento, independemente de ser negro, branco, vermelho, amarelo, pardo, pois somos INCLASSIFICÁVEIS e somos o que somos!
Independente da cor somos todos iguais, nesse mundo velho sem porteira, nesse grande carnaval! "(...)Uns mais iguais que os outros" é claro.

"Olha que eu gosto do negro
Porque o negro me lembra voce
Salve toda conciencia negra
Olha que eu gosto do negro
Porque o negro me lembra voce

Independente da cor todo mundo é igual

Negra, negra, negra, negro amor"

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